A oftalmologia nunca esteve tão avançada. Cirurgias minimamente invasivas, inteligência artificial no diagnóstico precoce, exames que antes levavam semanas agora entregam resultados em minutos. Mas com toda essa revolução tecnológica, surge um questionamento inevitável: qual será o papel do médico nesse novo cenário?
A verdade é dura, mas precisa ser dita: a tecnologia não substituirá os médicos, mas médicos que sabem usá-la substituirão os que não sabem.
O mito da infalibilidade médica
Durante muito tempo, a expertise médica era construída sobre anos de experiência clínica. O médico que “já viu de tudo” era sinônimo de autoridade. Mas hoje, essa lógica não se sustenta sozinha. A medicina baseada em evidências e o suporte de ferramentas tecnológicas elevaram a precisão dos diagnósticos a um nível que a intuição humana sozinha não consegue alcançar.
No Instituto da Visão de Cascavel, investimos constantemente em inovação porque entendemos que o futuro da oftalmologia não está em escolher entre a experiência do médico ou a tecnologia, mas em integrar ambos.
O profissional que se recusa a evoluir ficará para trás
A resistência à tecnologia na área médica não é uma novidade. Houve um tempo em que exames de imagem eram vistos com desconfiança. Hoje, são indispensáveis. O mesmo acontece com a inteligência artificial na análise de imagens de retina, no mapeamento de riscos de catarata e na personalização de tratamentos para ceratocone e doenças da córnea.
O problema não está na tecnologia, mas na postura de alguns profissionais diante dela. O oftalmologista que acredita que seu conhecimento é suficiente sem o auxílio da inovação está, na prática, limitando sua capacidade de oferecer o melhor atendimento ao paciente.
Humanidade e tecnologia andam juntas
O medo de que a tecnologia “desumanize” a medicina também precisa ser desconstruído. Nenhum paciente quer ser tratado por uma máquina. Mas também não quer ser atendido por um médico que ignora os avanços disponíveis e se prende a métodos ultrapassados.
A tecnologia, quando bem utilizada, não afasta o médico do paciente — pelo contrário, permite que o atendimento seja mais personalizado, preciso e eficiente.
O futuro já chegou. E agora?
No Instituto da Visão de Cascavel, acreditamos que o profissional do futuro não é aquele que teme a tecnologia, mas aquele que aprende a dominá-la. Por isso, investimos continuamente na capacitação da equipe e na implementação das melhores soluções disponíveis no mercado.
Se há algo que o tempo nos ensinou, é que a inovação não é uma opção. É um caminho sem volta. E a pergunta que cada profissional da saúde deve se fazer não é “quando a tecnologia vai me substituir?”, mas sim:
“Estou preparado para usá-la a meu favor ou serei deixado para trás?”